Mídias sociais: zona de mutação

Mídias sociais: zona de mutação

Uma realidade paralela paira sobre nossas cabeças. Quem você é dentro dela?

Não fizemos uma pesquisa, mas acreditamos que muito pouca gente respondeu que é a mesma pessoa. Desde que a web surgiu a criação de e um simples foto em seu perfil no extinto Orkut já era uma exercício de criação de um outro você, seu “avatar” – que poderia se descolar em muitas léguas de sua personalidade no mundo físico. Mas não vamos falar de pessoas nesta para-realidade. Vamos falar de informação.

Assumindo que o mundo das redes conta com condições distintas do mundo físico, com densidade, velocidade e pressão diferentes; como a informação se comporta dentro deste planeta paralelo? Existe algum nível de mutação narrativo? Acreditamos que sim. Isto se aplica às informações não geradas de forma emergente e “pura” na plataformas, mas por inputs externos, como a dramaturgia dos streamings, o conteúdo da imprensa e as ações estruturadas de comunicação e marketing de empresas e instituições.

Entender estas mutações e acompanhar os seus efeitos nos fluxos narrativos que nos interessam e que impactam nossa vida profissional e pessoal é desejável – para dizer o mínimo.

O diagrama do funil abaixo tenta estruturar um processo de detecção destas anomalias. São estas mutações que trazem, muitas vezes, grandes frustrações quando notamos que uma narrativa construída com esforço, custo e competência toma outro caminho e provoca ações que não esperávamos. Quer falar sobre isso?